Já sabe o que você vai fazer nessa quinta-feira né? É dia de Amazon Content! Tá tendo muita expectativa e pra ajudar a controlar a ansiedade, conversei com o Vilson Vicente, responsável pela palestra "Imagens que falam: a ilustração como protagonista do conteúdo”.
Blog da Rhu: Contaí como tu começou?
Curtiu? Confira outros trabalhos do Vilson aqui e aqui.
Compre seus ingressos no site amazoncontent.yesbil.com e também na sede da Yesbil lá na Travessa Benjamim Constant, 951, no Reduto.
UPDATE:
Houve um contratempo e a programação do evento sofreu algumas alterações, você pode conferir todos os ajuste aqui.
Eu conheci o Vilson, recentemente, nós começamos a trabalhar no mesmo local mas foi só a pouco tempo que pude conhecer um pouco mais sobre o trabalho dele. Ele é ilustrador autodidata e se lançou no mundo da publicidade faz uns cinco anos. Aproveitou o espaço no blog pra contar um pouquinho mais da sua paixão pelo design e sua história de muito profissionalismo:
"Tenho formação em elétrica por força do destino mas sempre tive os dois pés e as duas mãos nas artes, amo o que faço e atualmente é o que me toma 50% do tempo entre estudo e produção. Gosto muito de design também, e isso é o que ocupa os outros 50%, sou absolutamente encegueirado por tudo o que é relacionado a ferramenta de relacionamento homem/máquina e também por solução gráfica para comunicação."
Vilson Vicente: Depois de ter trabalhado como freelancer por algum tempinho eu resolvi, com a cara e com a coragem, mesmo sem ter a formação na área, levar meu portfólio em uma agência grande e pedir um emprego e ~ pasmem ~ eles me deram, primeiro era pra tirar as férias de um diretor de artes e só depois dessas férias eu fiquei com o emprego.
BdR: Teve muitas dificuldades pelo fato de não ter uma formação na área?
VV: Passei muito perrengue para aprender algumas coisas específicas que a formação autodidata não te dá e rolou algum preconceito com o fato de eu não ser da área, normal, mas isso eu consegui superar mostrando competência, acho que já não é mais um problema.
BdR: Tem alguma parte do design que te encanta mais?
VV: Dentre todas as mídias que me fascinam em comunicação e design a que mais me prende é o cartaz. O cartaz tem uma mística interessante, uma peça publicitária que tem o poder de fazer as pessoas quererem pendurá-la na parede do quarto, ou até emoldurar. Pra mim é uma responsabilidade imensa toda vez que me encomendam um trabalho desse tipo, e apesar de ter feito poucos, sempre penso nessa coisa de "será que alguém iria querer colar na parede?" pois é incrível tudo o que já foi criado dentro desse formato, principalmente em ilustração, o cartaz é algo que levou ao topo o nome de muitos ilustradores, algo que marcou várias épocas e gerações.
BdR: Tem muita paixão na tua fala, tu pretendes passar isso pra galera no Amazon Content também né?
VV: Na palestra de quinta eu vou abordar a potência da ilustração em ferramentas de comunicação como o cartaz, o livro e até mesmo as redes sociais. Aspectos de criação e desenvolvimento de ilustrações que se projetam além das limitações bidimensionais de suas mídias, sejam papéis ou telas. Pretendo passar tudo o que eu puder do que já absorvi de informação e conhecimento nesse sentido e falar também da minha metodologia de estudo e trabalho. Espero que consiga no tempo! :)
E pra encerrar, tem muita ilustra pra mostrar o trampo do Vilson, saco só:
BdR: Teve muitas dificuldades pelo fato de não ter uma formação na área?
VV: Passei muito perrengue para aprender algumas coisas específicas que a formação autodidata não te dá e rolou algum preconceito com o fato de eu não ser da área, normal, mas isso eu consegui superar mostrando competência, acho que já não é mais um problema.
BdR: Tem alguma parte do design que te encanta mais?
VV: Dentre todas as mídias que me fascinam em comunicação e design a que mais me prende é o cartaz. O cartaz tem uma mística interessante, uma peça publicitária que tem o poder de fazer as pessoas quererem pendurá-la na parede do quarto, ou até emoldurar. Pra mim é uma responsabilidade imensa toda vez que me encomendam um trabalho desse tipo, e apesar de ter feito poucos, sempre penso nessa coisa de "será que alguém iria querer colar na parede?" pois é incrível tudo o que já foi criado dentro desse formato, principalmente em ilustração, o cartaz é algo que levou ao topo o nome de muitos ilustradores, algo que marcou várias épocas e gerações.
BdR: Tem muita paixão na tua fala, tu pretendes passar isso pra galera no Amazon Content também né?
VV: Na palestra de quinta eu vou abordar a potência da ilustração em ferramentas de comunicação como o cartaz, o livro e até mesmo as redes sociais. Aspectos de criação e desenvolvimento de ilustrações que se projetam além das limitações bidimensionais de suas mídias, sejam papéis ou telas. Pretendo passar tudo o que eu puder do que já absorvi de informação e conhecimento nesse sentido e falar também da minha metodologia de estudo e trabalho. Espero que consiga no tempo! :)
E pra encerrar, tem muita ilustra pra mostrar o trampo do Vilson, saco só:
Curtiu? Confira outros trabalhos do Vilson aqui e aqui.
Compre seus ingressos no site amazoncontent.yesbil.com e também na sede da Yesbil lá na Travessa Benjamim Constant, 951, no Reduto.
UPDATE:
Houve um contratempo e a programação do evento sofreu algumas alterações, você pode conferir todos os ajuste aqui.
O Amazon Content começa no próximo mês e vai trazer uma galera boa pra falar sobre produção de conteúdo pra internet. Já falei sobre o evento aqui no blog e hoje converso com um dos integrantes do time de palestrantes. O Petterson Farias, o mago das redes sociais, manja muito de produção de conteúdo e no dia 3 de dezembro vai estar no Hotel Regente pra ensinar um pouco mais sobre Content Mobile pra gente.
Antes de tudo vamos esclarecer alguns fatos:
Porque conteúdo mobile é importante? Pra quem tá achando que não é, eu trouxe alguns números:
2015 foi determinado como o ano que o mobile ultrapassou o uso de desktop, seja pra pesquisa, compras ou entretenimento
150 é o número de vezes que uma pessoa olha para seu aparelho celular
123% é percentual de crescimento do uso de 3g nos últimos 18 meses dados do google mobile day
O que eu preciso entender sobre isso? Para estudantes e profissionais de comunicação é importante perceber o aumento no consumo de conteúdo em diversas plataformas. Quantas vezes você já esteve com o celular no twitter enquanto assistia tv?
É preciso entender de que forma podemos tornar nosso conteúdo rápido, dinâmico e atrativo. E é isso que o Petterson vai contar pra gente aqui, numa prévia da participação dele no Amazon Content: espero contribuir um tantinho compartilhando algumas experiências e falando sobre os imperativos que o conteúdo mobile sugere hoje em dia. Embora se fale tanto nas tecnologias, saídas e atalhos dos apps e seus sistemas operacionais, acho que nos cabe também reforçar a ideia de que, mais do que nunca, estamos lidando, de forma muito próxima, com gente, e em busca de relacionamentos fortes, leais e duradouros, mais do que qualquer outra coisa.
Blog da Rhu: As pessoas e as marcas estão em maior contato agora, o que esperar dessa relação?
Petterson Farias: Alguns pensamentos equivocados ainda partem do pressuposto de que produção de conteúdo para as redes sociais não passa de uma propaganda invasiva feita por marcas interessadas tão somente em parecer mais moderninhas ou descoladas, quando, na verdade, estamos vendo outras tantas indo além, não é mesmo? Aliás, eu diria que, em tempos de múltiplos estímulos, para conquistar a atenção do consumidor, disputada por emojis coloridos, memes engraçados e vídeos divertidos, é preciso sempre ir além. Bom conteúdo é para os fortes e isso a gente constata diariamente!
BdR: Ser social media é uma profissão bastante jovem e encontra uma certa resistência por parte de alguns. Como tu imagina que um evento como o Amazon Content pode fortalecer a área?
PF: Torço para que o evento atraia os olhares de quem ainda trata a web como comunicação coadjuvante ou acessória e promova o pensamento coletivo de que é impossível, para qualquer marca moderna e atual, fazer comunicação sem ser digital.
BdR: Este é o primeiro evento voltado especificamente para a produção de conteúdo. O que tu espera do AC, além de poder contribuir para o crescimento profissional de muita gente?
PF: [O Amazon Content] É uma dessas poucas oportunidades que nós, Social Medias, temos para dialogar com outros ambientes, trocar experiências e agregar valores ao nosso trabalho aqui na Amazônia. Sem dúvida, eventos assim oportunizam uma imersão num assunto tão central na comunicação atual, reunindo, num só lugar, pessoas e realidades completamente distintas, gerando conhecimentos, estabelecendo novos comportamentos e transformando o que está posto.
Curtiu o papo com o menino Petso? Quer saber mais sobre Content mobile e Produção de conteúdo? Então não perde que no dia 03 de dezembro vai rolar o Amazon Content!
Você encontra ingressos no site amazoncontent.yesbil.com e também na sede da Yesbil lá na Travessa Benjamim Constant, 951, no Reduto.
Porque conteúdo mobile é importante? Pra quem tá achando que não é, eu trouxe alguns números:
2015 foi determinado como o ano que o mobile ultrapassou o uso de desktop, seja pra pesquisa, compras ou entretenimento
150 é o número de vezes que uma pessoa olha para seu aparelho celular
123% é percentual de crescimento do uso de 3g nos últimos 18 meses dados do google mobile day
O que eu preciso entender sobre isso? Para estudantes e profissionais de comunicação é importante perceber o aumento no consumo de conteúdo em diversas plataformas. Quantas vezes você já esteve com o celular no twitter enquanto assistia tv?
É preciso entender de que forma podemos tornar nosso conteúdo rápido, dinâmico e atrativo. E é isso que o Petterson vai contar pra gente aqui, numa prévia da participação dele no Amazon Content: espero contribuir um tantinho compartilhando algumas experiências e falando sobre os imperativos que o conteúdo mobile sugere hoje em dia. Embora se fale tanto nas tecnologias, saídas e atalhos dos apps e seus sistemas operacionais, acho que nos cabe também reforçar a ideia de que, mais do que nunca, estamos lidando, de forma muito próxima, com gente, e em busca de relacionamentos fortes, leais e duradouros, mais do que qualquer outra coisa.
Blog da Rhu: As pessoas e as marcas estão em maior contato agora, o que esperar dessa relação?
Petterson Farias: Alguns pensamentos equivocados ainda partem do pressuposto de que produção de conteúdo para as redes sociais não passa de uma propaganda invasiva feita por marcas interessadas tão somente em parecer mais moderninhas ou descoladas, quando, na verdade, estamos vendo outras tantas indo além, não é mesmo? Aliás, eu diria que, em tempos de múltiplos estímulos, para conquistar a atenção do consumidor, disputada por emojis coloridos, memes engraçados e vídeos divertidos, é preciso sempre ir além. Bom conteúdo é para os fortes e isso a gente constata diariamente!
BdR: Ser social media é uma profissão bastante jovem e encontra uma certa resistência por parte de alguns. Como tu imagina que um evento como o Amazon Content pode fortalecer a área?
PF: Torço para que o evento atraia os olhares de quem ainda trata a web como comunicação coadjuvante ou acessória e promova o pensamento coletivo de que é impossível, para qualquer marca moderna e atual, fazer comunicação sem ser digital.
BdR: Este é o primeiro evento voltado especificamente para a produção de conteúdo. O que tu espera do AC, além de poder contribuir para o crescimento profissional de muita gente?
PF: [O Amazon Content] É uma dessas poucas oportunidades que nós, Social Medias, temos para dialogar com outros ambientes, trocar experiências e agregar valores ao nosso trabalho aqui na Amazônia. Sem dúvida, eventos assim oportunizam uma imersão num assunto tão central na comunicação atual, reunindo, num só lugar, pessoas e realidades completamente distintas, gerando conhecimentos, estabelecendo novos comportamentos e transformando o que está posto.
Você encontra ingressos no site amazoncontent.yesbil.com e também na sede da Yesbil lá na Travessa Benjamim Constant, 951, no Reduto.
20 de outubro, dia da Consciência Negra. Dia em que o país é tomado por manifestações artísticas, culturais e intelectuais sobre o tema. Eu fui convidada pelo Centro Acadêmico de Comunicação Social da UFPA aka Caco da minha faculdade pra participar do I Seminário de Consciência Negra e Comunicação e vou contar pra vocês um pouquinho como foi.
Esse dia foi histórico! Primeiro porque foi a minha primeira experiência desse tipo, eu já tinha recebido outros convites (não muitos) para estar na frente de debates mas sempre rejeitei por medo e insegurança. Eu tava morrendo de medo de ter ataque de riso na hora, é isso que acontece quando eu fico nervosinha hahah.
Foi importante também pra mim porque este ano tenho passado por muitas mudanças e percebi que venho me tornado cada vez mais militante (ou chata pra alguns) das coisas que acredito, então, serviu pra eu superar meus medos e me tornar mais confiante na luta pelas causas que defendo que decidi aceitar o convite dos meninos do Caco pra participar de um dia inteirinho dedicado a cultura negra \o/
Logo cedinho teve o debate sobre Pretas e pretos também fazem comunicação?, da qual eu participei junto com a jornalista Priscila Duque. Eu falei sobre a presença dos negros nas agências de publicidade. Me baseei na pesquisa "A presença dos negros nas agências de publicidade" e extrai de lá os números que mais poderiam ser úteis na nossa realidade local. Você sabia que 53% da população brasileira é negra declarada segundo o dados do IBGE no Censo de 2010. Isso é mais da maioria e fiquei me perguntando:
Ah, eu não tô na foto porque tive que vir embora cedo e chorando por não poder apreciar tudo mas outras oportunidades virão! Bjs e obrigada por ler até o final ;)
Foi importante também pra mim porque este ano tenho passado por muitas mudanças e percebi que venho me tornado cada vez mais militante (ou chata pra alguns) das coisas que acredito, então, serviu pra eu superar meus medos e me tornar mais confiante na luta pelas causas que defendo que decidi aceitar o convite dos meninos do Caco pra participar de um dia inteirinho dedicado a cultura negra \o/
Onde estão estas pessoas? Se somos maioria, por que não nos vemos representados na mídia?
45,2% dos jovem negros (entre 18 e 24 anos) ainda está cursando o ensino médio
70% das mulheres negras estão trabalhando como empregadas domésticas e sem carteira assinada.
Temos dificuldades de acesso a educação básica de qualidade e, por consequência, não temos temos condições de avançar em busca de melhores oportunidade de estudo/emprego.
70% das mulheres negras estão trabalhando como empregadas domésticas e sem carteira assinada.
Voltando à pesquisa, 0,74% dos cargos de alta direção das agências são ocupados por negros, isso é menos de 1%. E, dos 404 executivos, só 3 são negros e nenhuma negra ocupa um cargo de gestão estratégica. No jornalismo, temos a menor taxa de proporção de negros na profissões, apenas 23% segundo a Federação Nacional dos Jornalistas.Ao reunir esse números temos um resultado nada bom! Não podemos esperar representatividade dentro da Comunicação se não fazemos parte dela. Não somos e nem seremos representados por quem não vivência nossa luta!
No começo da semana o Think Olga, site dedicado ao empoderamento feminino e responsável por pelo Chega de Fiu Fiu, divulgou o lançamento de um projeto inspirado no Entreviste uma Mulher. O Entreviste um Negro é um banco de dados colaborativo com informações que facilitem a busca de jornalistas por personagem adequados às suas matérias. Por exemplo: no banco de dados, você encontrar informações como área de atuação de determinada pessoa, então se a matéria pedir um personagem que fale/estude sobre igualdade racial e essa pessoa estiver registrada na lista, o jornalista vai encontrar alguém lá e nós teremos a chance de ser ouvido ou visto ou lido. Você pode ler mais sobre o Entreviste um Negro aqui e também acessar o banco de fontes e adicionar pessoas à lista aqui.
Falei demais hahah mas no dia foi bem rapidinho, eu juro! O restante da programação teve ainda Roda de conversa antiproibicionista discutindo sobre a importância da legalização da maconha pra descriminalização do povo preto e pobre que é facilmente associado a bandidagem; Oficina de Turbante acompanhada de uma roda de diálogo sobre apropriação cultural; Mostra de trabalhos e fotografias e ainda uma Cultural com batuque de preto que era pra fechar com chave de ouro. E pra encerrar o post vou deixar vocês com as imagens desses negrxs maravilhosxs que passaram por lá!
No começo da semana o Think Olga, site dedicado ao empoderamento feminino e responsável por pelo Chega de Fiu Fiu, divulgou o lançamento de um projeto inspirado no Entreviste uma Mulher. O Entreviste um Negro é um banco de dados colaborativo com informações que facilitem a busca de jornalistas por personagem adequados às suas matérias. Por exemplo: no banco de dados, você encontrar informações como área de atuação de determinada pessoa, então se a matéria pedir um personagem que fale/estude sobre igualdade racial e essa pessoa estiver registrada na lista, o jornalista vai encontrar alguém lá e nós teremos a chance de ser ouvido ou visto ou lido. Você pode ler mais sobre o Entreviste um Negro aqui e também acessar o banco de fontes e adicionar pessoas à lista aqui.
Falei demais hahah mas no dia foi bem rapidinho, eu juro! O restante da programação teve ainda Roda de conversa antiproibicionista discutindo sobre a importância da legalização da maconha pra descriminalização do povo preto e pobre que é facilmente associado a bandidagem; Oficina de Turbante acompanhada de uma roda de diálogo sobre apropriação cultural; Mostra de trabalhos e fotografias e ainda uma Cultural com batuque de preto que era pra fechar com chave de ouro. E pra encerrar o post vou deixar vocês com as imagens desses negrxs maravilhosxs que passaram por lá!
Uma foto publicada por Rafael Monteiro (@rafael.pb) em
Daqui a menos de um mês, Belém vai sediar o Amazon Content, o primeiro evento voltado exclusivamente para a produção de conteúdo na internet. É ou não é uma notícia boa?! Eu tô um pouquinho atrasada na divulgação por conta da pausa dramática que o blog teve mas ainda tem muita coisa boa pra falar sobre o AC, então, vamos lá!
A iniciativa é dos amigos da Yesbil, que já vem fazendo diversos eventos para a galera de comunicação se especializar. Aprendi muita coisa nos cursos que fiz lá, sou sempre bem atendida e os preços são super em conta até para quem é estagiário. Super recomendo!
A programação do Amazon Content está, no mínimo, maravilhosa. Os temas abordados vão envolver tudo sobre produção de conteúdo: LoveMarks, Blogs e influência digital, Métricas, Conteúdo Mobile, além de Fotografia, Design e gravação do Social Media Cast! Tá bom ou não? No time de palestrantes tem gente daqui do Pará, do Maranhão e de São Paulo, olha só:
Curtiu e quer saber mais sobre o evento? Tem uma galera gente boa falando sobre isso tbm:
Sabe o que eu tenho a dizer sobre tudo isso: estou ansiosa! <3
A programação do Amazon Content está, no mínimo, maravilhosa. Os temas abordados vão envolver tudo sobre produção de conteúdo: LoveMarks, Blogs e influência digital, Métricas, Conteúdo Mobile, além de Fotografia, Design e gravação do Social Media Cast! Tá bom ou não? No time de palestrantes tem gente daqui do Pará, do Maranhão e de São Paulo, olha só:
É o Lacracion Content!
Não vais querer ficar de fora dessa né? Aproveita que ainda tá no comezinho do mês e garante logo tua participação! Tem ingressos com valor promocional a venda no site amazoncontent.yesbil.com e também na sede da Yesbil lá na Travessa Benjamim Constant, 951, no Reduto.Curtiu e quer saber mais sobre o evento? Tem uma galera gente boa falando sobre isso tbm:
- Tipoassim.net - Fotografia Criativa
- O Blog da Lari - Ser Digital influencer tá na moda!
- Sac 2.0 - O valor do conteúdo digital em Belém
Sabe o que eu tenho a dizer sobre tudo isso: estou ansiosa! <3
Tive que mudar alguns cuidados que mantinha com os cabelos e estou numa busca por novos produtos e uma nova rotina capilar. Já contei aqui os motivos dessas mudanças então, hoje, vou contar o que achando dessa primeira metade do cronograma capilar.
Recentemente minha linha de produtos capilares sofreu uma reformulação e com isso, senti a diferença dos efeitos nos meus cachos. A partir de então busquei novas alternativas que me trouxessem o mesmo efeito e satisfação de antes.
De todas iniciativas maravilhosas desse mundão, essa aqui foi uma das que mais gostei de conhecer.
The Street Store é um projeto que não tem nenhum fim lucrativo. Surgiu no começo do ano passado lá na Africa do Sul. Funciona como uma especie de loja de rua com o objetivo de favorecer os mais necessitado.
The Street Store é um projeto que não tem nenhum fim lucrativo. Surgiu no começo do ano passado lá na Africa do Sul. Funciona como uma especie de loja de rua com o objetivo de favorecer os mais necessitado.
















